“Homem de Malandra”: a versão masculina da “Mulher de Malandro” 17/11/2009
Posted by Aleksandra Zakartchouk in Alessandra Daga, Ciúme, Dor de Cotovelo, Namorado.trackback
Um novo tema vem à tona no blog Alice no Divã: homem obcecado por alguém que dilacera seu ego e não consegue virar a página. Com a auto-estima minada, esse macho inseguro toma toco seguido de toco, mergulhando fundo na dor de cotovelo típica do amor bandido. Veja o que a Ale tem a nos dizer sobre a pauta.
Por Alessandra Daga
Vocês conhecem algum homem de malandra?
Há algumas semanas postei um texto sobre se você for gostosa e chata, esquece, não tem vez. Os homens querem mesmo as legais. Hoje me pergunto, quanta verdade há nessa frase? Qual a porcentagem de homens que procuram as legais e de homens que gostam de sofrer… 80% e 20%?… Não, não é uma citação da lei de Pereto. Foi um chute…
Inspirei-me muito no conceito “seja legal”, mas a verdade é que assim como as mulheres, existem homens que gostam de sofrer e quando você se depara com um desses, fuja ou – se acontecer como aconteceu comigo – reze para estar enganada.
Queria discutir um pouco mais esse comportamento… Vamos lá: a verdade é que tudo que mexe com nosso ego nos afeta, isso vale para o bem ou para o mal, portanto muitas vezes ser maltratado, trocado, comparado nos afeta sem que isso seja verdadeiramente amor. Na minha opinião, isso tem nome: cientificamente conhecido como “Dor de Cotovelo”. Dói… Confunde e pode tornar qualquer um que passe pela situação “obsessivo”.
A vítima da “dor de cotovelo” dificilmente terá uma segunda chance com seu algoz. Isso é cruel, mas em uma situação como essa não poderia ser diferente. Taí, a dor de cotovelo se transforma em um tipo de amor disfarçado e então surge o “homem de malandra”, aquele que ignora a chance de viver uma relação feliz e saudável para se entregar a mais profunda fase de lamentações e questionamentos que não levam a lugar nenhum.
Vale a pena abrir os olhos de alguém assim ou é caso perdido? O mais importante disso tudo, para mim, é manter minha mente aberta, a espinha ereta e o coração tranquilo. O desfecho dessa história (se tiver), eu conto depois!

![Homem[1]](http://alicenodiva.files.wordpress.com/2009/11/homem12.jpg?w=460)
Cara Alessandra Daga,
Antes de mais nada, parabéns ao G4 pelo Blog, muito informativo também para nós homens. Para entender os 2 neurônios da mulher precisamos de ajuda, final, só temos 1 neurônio…
Muito pertinente o artigo, semana passada conheci um sujeito que passa por esse mal. Quanto mais ela chuta, mais ele chora e gruda nela. Tentamos exorcizá-lo, mas percebemos que o buraco é mais embaixo, revela inseguranças que vêm muitas vezes de superproteções familiares na fase de criança/adolescência. O anti-comportamento (longe dela) é de se mostrar uma pessoa muito bem resolvida, sem dramas, muitas vezes superpoderoso, mas é tudo uma grande casca que esconde o miolo.
As pessoas só mudam certos tipos de comportamento quando percebem o mal que estão fazendo consigo mesmo. E só percebemos esse mal quando acontece alguma coisa que seja forte o suficiente para nos empurrar.
Vou continuar lendo. Gostei muito!
Leo.
Muito legal seu comentário, Leo. Enriquece muito as discussões do G4 e nossos futuros posts! Acompanhe nosso blog, divulgue! Podemos garantir q vc vai se surpreender com as pautas.
Peace.
Alek
Alek, a mulherada (4, na verdade!!!) aqui na agência adorou o Blog. O time masculino (18!!!) gostou tanto que até já houve discussão pós-almoço. Ninguém chegou a nenhuma conclusão, mas demos boas risadas com os casos que surgiram!
Continuaremos lendo!
Como dizemos em bom mineirês aqui em BH, TÉLÓGO!
Leo
Que bom saber disso! A gente está correndo, mas tem muitas pautas divertidas e úteis para entrarem no ar! Acompanhem.
Bjos p todos da agência q estão curtindo Alice no Divã!