Episódio de Hoje: pensamento de macho 05/12/2009
Posted by Aleksandra Zakartchouk in Bastidores da Terapia, Machismo, Maira Costa.2 comments
Olha o que acaba de chegar nos bastidores do Alice no Divã. A Maira mandou a url deste blog que traz “os 10 mandamentos do macho de verdade”. Está preparada? (…)
1. Quando sair para uma balada, não voltarás para casa com o placar zerado. A conquista é uma questão de honra.
2. Não pecarás por omissão. Se a mulher der mole, o guerreiro tem a obrigação de cair dentro.
3. Não usarás a violência (a menos que ela peça) ou recursos financeiros para conseguir uma mulher.
4. Não entrarás num campo de batalha olhando para o chão, os olhos do guerreiro devem estar sempre focados em peitos ou bundas.
5. Amar a mulherada acima de tudo. O que conta no curriculum de um guerreiro é a quantidade não a qualidade.
6. Ficar atento às oportunidades que surgem durante uma noite. A garota deve ser ”abordada” ao primeiro guardanapo que cair no chão. O guerreiro é antes de tudo um oportunista.
7. Beber muito. O completo estado de embriaguez de um guerreiro o tornará apto a rebocar o maior canhão da festa com a paixão ardente de um adolescente.
8. Como bom e fiel devoto de São Jorge, o guerreiro deve honrar a espada, domar o dragão e não se fazer de difícil para nenhuma mulher. Guerreiro não tem ego nem tampouco orgulho. (Esse só deverá ser cumprido se já estiver “calibrado”, ver mandamento 7, assim terás uma desculpa)
9. Mentir sempre. Vale prometer casamento, viagem de férias pra Aruba, fim de semana em Búzios, jurar que é milionário.
10. Atacar todas as mulheres sem distinção de cor, raça, credo. Respeitar somente a avó e a mãe do outro guerreiro… se esta última não for viúva ou separada, é claro!
O negócio é o seguinte… 03/12/2009
Posted by Aleksandra Zakartchouk in Alessandra Daga, Batendo de Frente, Ditando Tendência, Liberdade, Maira Costa, Namorado, Solidão.add a comment
Por Maira Costa
Nossa representante Alê Daga recentemente expôs no Alice no Divã as agruras e os preconceitos sofridos por quem está… solteiro. Ir a um restaurante sozinho é quase uma blasfêmia. Beber sozinho, coisa de alcoólatra solitário. Quando você sai para “indulge yourself”, é tratado como egoísta, por não dividir o momento com ninguém – ou como coitado, por não ter com quem dividir. É quase impossível não notar os olhares de canto de olho como quem pensa:
Que estranho essa pessoa sozinha…
Mas agora, e o lado oposto? Como funciona?
Quem namora ou casou já passou pela situação de ver a turma sair para dançar ou jantar, sem que você sequer seja convidada. Por quê? Porque você é diferente: você está namorando.
E se você está namorando, teoricamente não precisa de absolutamente mais nada, certo?
Errado. Quem está namorando precisa – sim – manter seus vínculos sociais, manter os programas que gosta de fazer e manter os amigos. Muitos ou poucos, mas mantê-los a qualquer custo e a qualquer preço. Manter aquilo que se gosta de fazer ou as consequências serão cruéis: ou o príncipe não vai te aguentar, ou você não vai se aguentar.
O difícil para quem namora ou está em qualquer espécie de relacionamento estável é lutar contra o preconceito da sociedade – sim, minhas caras, isso existe.
Recentemente, lendo um pouco da nova literatura do século XXI – ou site de fofocas, para os leigos – me deparei com a notícia “Carolina Dieckman vai sozinha à praia” (em bold, vermelho e fonte verdana 14). A notícia em si não trazia nada de relevante, pois se eu morasse no Rio de Janeiro também iria sozinha à praia sempre que pudesse.
Independência ou Morte: Maira Costa vai à praia no Rio de Janeiro
O assustador, sendo o site aberto a comentários, foram as manifestações no mais puro estilo Joga Pedra na Geni, vindos inclusive de muitas mulheres, do tipo: “Como assim? Ir à praia sem o marido?”, “Ela deve estar se separando”, “Essa vag… não cuida direito dos filhos”, “Deve estar chifrando o marido”, “Uma mulher casada não deve ter esse tipo de comportamento”.
O que ela estava fazendo de errado?
Nada. Imoral? Nada. Mas talvez numa sociedade preconceituosa, mulheres frustradas com seus relacionamentos, achando correto encoleirar homens – e vice versa – achem um absurdo uma mulher ser feliz em seus momentos de Comportamento Estranho Solitário – o que as leva então ao abismo, que gera esse gráfico do circulo vicioso do relacionamento:
CLIQUE PARA AMPLIAR:
Sim. Porque, um dia, essas mulheres vão acordar e perceber que não foram jantar, nem à praia e nem dançar, porque seus homens não puderam acompanhá-las e elas, afundadas em seus próprios teoremas e preconceitos, não vão à praia sozinhas para também não serem julgadas como elas julgaram. E daí concluirão que o melhor é ficar solteira ao invés de estar com o carinha que as poda tanto – sem perceber que quem as poda são elas próprias…
E daí… a vida continua… and life is too short!
Mulher de 20 e poucos: tirando uma sonequinha… 18/10/2009
Posted by Aleksandra Zakartchouk in Crônica, Maira Costa, Paquera, Porre.add a comment
A Maira encaminhou a primeira crônica do blog Alice no Divã que envereda por paquera, porre e dormir no ponto, literalmente. O mais gostoso do texto é a voz capricorniana dela, repleta de estratégias e planos! Enjoy!

Aos 20, a gente acha que sabe tudo...
Por Maira Costa
Vinícius* é um desses homens que mexem com a imaginação das mulheres, nos fazem desejar casar e constituir uma daquelas famílias de comercial de margarina. Conheci ele quando tinha 22 anos, trabalhávamos na mesma empresa. Alto, olhos amendoados, sempre queimado de sol, braços fortes, sorriso lindo e uma bunda que encaixa direitinho num jeans tradicional – fora o fato de também ficar lindo nos seus ternos bem cortados. Além disso, ainda é um excelente profissional e um gentleman.
Em um golpe de sorte, tivemos um ferveur de uns três meses, que acabou tão subitamente quanto começou. O grand finale: sozinha e apaixonada. Ao mesmo tempo em que ficava pensando em estratégias surreais de reconquista, aproveitava o tempo livre – e a fossa – para curtir um show de blues que acontecia às quintas-feiras na Vila Mariana (São Paulo).
No começo, ia com alguns poucos amigos e acabou se formando uma turma razoável de pessoas, até que um dia quem estava no show? Vinícius. Em carne, osso e pele bronzeada. Eu tinha que fazer alguma coisa.
Pensei: “Garota! hoje é o dia internacional da atitude!”
Tratei de pensar rapidamente num plano perfeito. Eureka! É claro! Lógico! Obvio! Vou tomar todas, subir na mesa e me declarar para ele. Na melhor das hipóteses, damos uns beijinhos. Na pior das hipóteses, e daí? Eu estava bêbada mesmo. Bêbados sempre fazem essas coisas. Tratei de colocar rapidamente o plano em prática.
Vinícius estava sentado na ponta da mesa, eu estava do seu lado esquerdo, quase na outra ponta entre umas 20 pessoas, o que me permitia observar de longe a presa e focar no objetivo. E comecei a mandar a cevada goela abaixo, tulipa por tulipa. Ainda bem que sou uma apreciadora de cervejas – não foi nenhum sacrifício fazer isso.
Mas tive problemas na elaboração da estratégia do projeto “Fique bêbada e agarre o seu homem”. Como a estratégia foi planejada muito rapidamente – o que não me permitiu analisar todos os cenários possíveis de resultados – e num momento de nervosismo eufórico – que me deu 100% de certeza de que o plano daria 100% certo, comecei a cometer erros críticos que geraram interrupções, atrasos e retrabalho.
Falando em bom português: comecei a sentir de verdade os sintomas da cerveja – a estratégia era “parecer bêbada”, não ficar bêbada de verdade. Veio a vontade de fazer xixi freneticamente, acompanhada daquele soninho sem culpa que os bêbados sentem – e que eu sentia absurdamente todas às vezes ao voltar pra mesa.
Até que uma hora o meu organismo resolveu unir o útil xixi ao agradável soninho. Fui ao banheiro pela enésima vez e, sentada no toilette, meu olho começou a fechar e senti a minha cabeça pender para frente. Levantei a cabeça assustada e pensei – não com a minha cabeça normal, mas com a cabeça de bêbada: “acho que preciso descansar um pouco”. Vesti-me e resolvi tirar uma soneca de 5 minutos. Bingo: mais uma péssima e mal calculada idéia. Acabei dormindo de verdade.
Que vergonha
Fui encontrada mais de uma hora depois de entrar no banheiro, por dois amigos que estavam preocupadíssimos com o meu sumiço.
Voltei para casa, péssima, com dor no corpo e sóbria de tanta vergonha. “Que ódio! Esse plano era para aproximar o Vinicius, não para afastá-lo. Como vou olhar pra ele amanhã”, pensava enquanto dirigia. Cheguei em casa arrasada, olhei uma foto que eu tinha do Vinicius e resolvi que aquela seria a última vez que o veria de frente. Joguei a foto no lixo e fui dormir. Dessa vez de verdade.
Day After
Fui trabalhar no dia seguinte, imaginando o que seria de mim na hora em que ele me visse: que eu era a pior criatura do mundo, que havia agido como a pior espécie de garota da face da terra, que havia sido infantil, imatura e ainda pior, bêbada de cerveja! Quer coisa mais sem glamour que isso? Se fosse licor ou vinho, pelo menos seria bonitinha e feminina como os homens esperam.
Mas não. Tomei um porre feio e grosseiro de cerveja e ainda tirei uma pestana no banheiro como o pior dos bêbados. Parabéns!
Qual será a próxima?
Colocar o dedo no nariz no trânsito ou algo do gênero? Que horror, que horror.
Enfim, cheguei à empresa. Respirei fundo e entrei. Passei correndo por todos os departamentos e fui para a sala em que trabalhava. Ainda bem que o Vinícius trabalhava em outro andar, assim eu não precisaria encará-lo logo de manhã.
Comecei a trabalhar e a minha cabeça foi mudando de foco, até que me concentrei totalmente no trabalho e esqueci um pouco a vergonha e o que havia acontecido, até que deu meio dia em ponto e resolvi ir almoçar correndo para não correr o risco de esbarrar com o Vinícius.
Mas o destino é cruel. Ele estava parado no final do corredor e, como eu já estava saindo de bolsa, não poderia olhar para ele e voltar para trás. Respirei fundo e continuei caminhando até o fim do corredor, até chegar em Vinicius. E aí ficou claro que ele realmente estava me esperando. Droga, ele vai me dar uma bronca pelo vexame de ontem.
Cheguei bem perto, ele abre o seu melhor sorriso arrasa quarteirão. Pronto. Pior ainda. Vai tirar sarro da minha cara.
- Olá! Soube que você ficou mal ontem, é verdade? Já está tudo OK com você?
Senti meu corpo inteiro suando frio e o rosto passando rapidamente de vermelho para roxo.
- É verdade, sim, mas já estou bem, obrigada.
- Que bom que você está bem, eu fiquei preocupado. Vamos almoçar? Posso te levar para comer uma saladinha ou alguma outra coisa leve.
Fiquei olhando para ele por alguns segundos com cara de paisagem e aceitei o almoço. Fomos a um restaurante perto da empresa, comemos a salada, conversamos, voltamos para a empresa e tudo voltou ao normal. Havia me esquecido do fato de que ele era um gentleman e que faria algum esforço para que eu me sentisse bem – sinal de que gosta um pouquinho de mim.
O que aconteceu depois disso?
Nada em termos amorosos, cheguei à conclusão de que estava idealizando coisas que jamais aconteceriam. E ganhei uma saideira: somos excelentes amigos até hoje. Se rolaram uns beijinhos? Sim, com um amigo que ele apresentou e tinha tudo a ver comigo!
Marido zero à esquerda 11/10/2009
Posted by Aleksandra Zakartchouk in Aleksandra Zakartchouk, Batendo de Frente, Casamento, Chatice, Maira Costa.add a comment
Fui a uma famosa lanchonete de Sampa e lembrei desse vídeo gringo que a Maira enviou ao G4 há alguns dias sobre maridos que não servem pra nada. Na verdade, tinha vários desse tipo se entupindo de hamburguer, com olhar vazio de tédio, ao lado da mulher com cara de pudim de pão.
Se eu tivesse que bolar uma continuação para esse roteiro, iria enveredar por outro lado: o marido zero à esquerda seria o bundão (pra não dizer outra coisa), aquele que não te protege e não serve nem pra matar barata. É um sedentário que nasceu cansado, passa o dia na frente da TV com um velho pijama azul com uma mancha seca de café no bolso. Seus assuntos são enfadonhos e suas piadas, constrangedoras pela babaquice (nem as crianças acham graça)… Como se não bastasse, o zero à esquerda é medíocre profissionalmente e se incomoda com as vitórias da mulher… Esse não serve pra nada mesmo.
E pra você? Qual a imagem que mais ilustra um marido zero à esquerda, na sua opinião? Comente!
No shopping, cada um vai pra um lado 26/09/2009
Posted by Aleksandra Zakartchouk in Batendo de Frente, Chatice, Ditando Tendência, Liberdade, Maira Costa.add a comment
Falando em namorada-grude que faz o homem de boneco de exibição o tempo todo, mais um sábio e-mail de Maira Costa vem parar no blog…

Maira Costa
(…) O tempo todo não dá! O cara não aguenta e nem a gente… E tem programa – tipo o chá de bebê – que levar homem só gera transtorno, né…
Posso falar? Eu não gosto de ir com o Ma no shopping, a não ser que seja para jantar ou cinema, não consigo ver nada com ele por perto… Agora até entramos num acordo: chegamos ao shopping, andamos sozinhos e vemos o que quisemos e marcamos um horário e ponto de encontro para o que vamos ver juntos, assim ninguém atrapalha ninguém. É esquisito, mas dá a maior sensação de liberdade, hahahaha!
Maira Costa rebate colocações de Arnaldo Jabor 21/09/2009
Posted by Aleksandra Zakartchouk in Batendo de Frente, Casamento, Maira Costa, Namorado.4 comments
Alice no Divã já está causando debates calorosos. Após ler o texto de Arnaldo Jabor sobre homens e traição mencionado no editorial de Alice no Divã, a blogueira capricorniana Maira Costa, empresária por trás da agência de marketing de inovação ThinkTwice, contestou diversas posições deste pensador. Confira a seguir.

Caricatura de Arnaldo Jabor
Por Maira Costa
Sou fã do Jabor e, talvez se eu tivesse nascido no Rio de Janeiro há uns 50 anos, tivesse dado um jeitinho de sair com ele. Mas me irritou o tópico: PARA SER UMA BOA ESPOSA E PARA TER UM CASAMENTO PELO RESTO DA VIDA e blá blá blá…
Se como o próprio Jabor diz “não estamos mais em 1958″, por que ainda a sociedade – e muitas vezes nós mesmas, as mulheres – projetamos a nossa felicidade em “ter um homem e um bom casamento pro resto da vida”? Tenho amigos que aplaudem e amigas que torcem o nariz, quando digo que prefiro dar entrada em um apartamento ou trocar de carro a investir numa festa de casamento. E tenho amigas que investiram boas dezenas de milhares de reais em casamentos que já terminaram.
Não sou feminista, nem do tipo que queima sutiã junto a outras feministas. Na verdade, tenho medo de aderir a certas causas e um bom sutiã hoje não sai por menos de R$ 80,00. Mas não gosto da idéia enlatada de felicidade feminina x infidelidade masculina, além das receitas prontas e do grande mercado que se forma em torno do objetivo de “arranjar um namorado”.

Amplo Horizonte: Maira Costa patina no Parque Villa Lobos (São Paulo)
Para se ter idéia, o site Submarino tem uma área de livros sob o tópico Mulheres dentro de auto-ajuda. Sobre o que fala esses livros? Homens! Alguns títulos e meus comentários:
O que toda mulher inteligente deve saber
Não é sobre finanças, nem sobre investimentos ou como alcançar um prêmio Nobel, cura do câncer ou melhorar sua dicção. Fala sobre como ter e manter um homem.
Somente para mulheres
Saiba o que se passa na cabeça de um homem.
O segredo das mulheres apaixonantes
Como aprender a seduzir um homem.
Deixe os homens aos seus pés
Esse título foi direto ao ponto.
Como pegar o seu homem pelo pé e permanecer com ele
Mais direto ao ponto, impossível…

Nota da Alek: que tiro no pé. Homens querem justamente o contrário: liberdade
As 500 melhores coisas de ser mãe Se você ainda não estiver convencida de que ficar em casa lavando e passando enquanto teu homem se diverte é uma coisa legal…
O que os homens querem
As mulheres precisam saber!
Mulheres ambiciosas ganham mais
O autor desse título descobriu a América. E acredito de fato que homens ambiciosos também ganhem mais…
Ser mãe é sorrir em parafuso
O que me vem a cabeça é a fralda na mão…
Mulher e seus hormônios: enfim, a paz
A paz onde? Eu já chorei porque esqueci de por açúcar numa jarra de Tang e arremessei uma cadeira.
O que uma mulher não deve dizer a um homem nem sob tortura
Toda mulher sabe o que não dizer a um homem, não precisamos de um livro.
SEXO para mulheres casadas
Talvez seja a comprovação de que casou, fudeu! Ou melhor, não fudeu…
Como fisgar um solteiro
Quando será que sai a edição “Como fisgar um casado”?
E pra quem acha que insegurança é coisa de menina, dá uma olhada nesse site – explica mais ou menos para um homem como uma mulher funciona: http://www.seduzindo.com/dicas.html
Se não estamos mais em 1958, por que ainda é tão importante para uma mulher – e para a sociedade – estarmos acompanhadas e tão preocupadas com a fidelidade dos homens? E eles? Não deveriam se preocupar com a nossa fidelidade? Veja bem, temos jornadas de trabalho tão longas quanto as deles, ganhamos tão bem quanto eles, também viajamos a trabalho e também vivemos cercadas de homens bonitos no mercado, certo?
Será que a sociedade está preparada para a nova geração de mulheres? E será que nós estamos preparadas para ser essa nova geração de mulheres?

Energia sempre: Maira na atividade
Biologicamente, as diferenças são muitas, sim: um homem quando envelhece e fica grisalho, fica simpático. Uma mulher fica ridícula (salvo raríssimas exceções, tipo Beth Lagerdere poderosa e aquela modelo russa, cujo nome não me lembro, que aos vinte e poucos teve uma doença e ficou com os cabelos completamente brancos e lindos). Um homem solteiro aos quarenta é um “lobo”. Uma mulher solteira aos quarenta é mal comida ou coitada. Um homem escolheu não ter filhos. Uma mulher “deve ser estéril”
Agora vamos aos bifes. Por que afinal precisamos tanto de um homem ao nosso lado? E olha, vivo um relacionamento estável, não sou casada, mas moro junto há 3 anos. Não tenho planos de casamento – porque acho caro – nem de ter filhos – porque acho caro e não sei se quero (talvez eu tenha nascido pra ser tia).
Se hoje nos sustentamos e pagamos nossas contas, o único motivo que nos prende a um homem é que ele nos traga ainda mais felicidade do que podemos conseguir sozinhas. Obviamente é muita presunção dizer que “não precisamos de um homem”, mas não precisamos de um homem como se precisava antigamente, para ser um “chefe da casa”.
Não podemos pautar a nossa felicidade a ter um homem ao nosso lado, precisamos estar felizes antes deles aparecerem, senão corremos o risco de escrever um daqueles livros para mulheres, tipo o “Não sou feliz, mas tenho um marido”… Temos que tomar cuidado com o que desejamos.


